Dez coisas que aconteceram no penúltimo dia da Bienal

1 - A Banda Teko Porã, que em guarani significa "o bem-viver", apresentou seu repertório na Praça de Histórias. 2- Muitas gerações de brasileiros aprenderam de fato a ler com os gibis de Maurício de Sousa, que compôs a mesa Releituras Estéticas nos Quadrinhos, no Salão de Ideias. Mas paravam de ler no início da adolescência, quando as histórias da Turma da Mônica deixavam de dialogar com o seu universo. Foi por isto que o criador desenvolveu a série Mônica Jovem, um dos maiores fenômenos recentes do mercado editorial nacional. 3- Um caleidoscópio de personagens femininas das obras de Clarice Lispector, Guimarães Rosa, Marina Colasanti e Adélia Prado revelaram o fascinante universo feminino na literatura. 4- Presença de Tata Amaral na mesa “Cinema militante: crítica visual do mundo”, realizada no período da tarde no Salão de Ideias. A 5- Mary e Elialdo França fizeram um bate-papo sobre sua vasta produção literária dedicada às crianças em processo de alfabetização. 6 - Na Praça de Histórias, os Griôs e Mestres, personagens reconhecidos em suas comunidades como herdeiros dos saberes e fazeres da tradição oral, transmitiram a memória viva e afetiva da identidade de seu povo. 7 - A arte do roteiro e da adaptação de obras literárias para as telas do cinema e da televisão foi tema da mesa que reuniu os escritores e roteiristas Marçal Aquino, Maria Adelaide Amaral e George Moura. 8 - Nega Gizza fez uma releitura do clássico "O Cortiço", de Aluísio Azevedo, na Praça das Palavras. 9 - Com uma mescla de sons e linguagens desde a performance teatral até a música eletrônica, Lirinha representou o arquétipo d'O Trovador, reunindo a palavra poética e falada que aprendeu ao ouvir as pelejas de cantadores e violeiros pernambucanos. 10 - O premiado fotógrafo Sebastião Salgado falou sobre cultura, literatura e sua trajetória pelo mundo.

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